Por: SC Portais

Representantes da Engie Brasil e da Golar Power do Brasil estiveram reunidos com a agência Investe SC para tratar do projeto de implantação de terminal de gás natural liquefeito (GNL) em São Francisco do Sul. Também esteve presente no encontro o presidente da SCGÁS, Cósme Polêse, que tem prestado assistência técnica às negociações.
O projeto contempla a implantação de um terminal capaz de receber no mínimo 15 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. Durante a reunião, além de apresentadas as principais características e o plano de ações do projeto, foram discutidos aspectos como as licenças necessárias e os tributos atrelados à realização da obra. Agora, a proposta de implantação do terminal deve ser apresentada oficialmente à prefeitura de São Francisco do Sul, em evento que deve ocorrer na próxima semana.
O investimento estimado para a realização da obra é de US$ 120 milhões, e a previsão da Golar é que a estrutura esteja em operação a partir de 2021. Em busca de novos supridores, a SCGÁS aparece como possível compradora  de parte do gás natural que chegaria pelo terminal, uma vez que o contrato da distribuidora com a Petrobras se encerra em 2020 e a alternativa é vista por muitos como a principal garantia de segurança energética para os estados do Sul do Brasil.
Mulher na chapa
Às vésperas de ser homologado o candidato ao governo pelo MDB de Santa Catarina, na convenção de sábado, o deputado Mauro Mariani comemora a alianças feitas até agora. Em reunião no Sul do Estado, elogiou a deputada Carmen Zanotto (PPS), que deve ser homologada sua vice. “Eu sempre quis ter uma mulher na minha chapa. E o nome da Carmen não poderia ser melhor. É uma mulher séria, comprometida, sem máculas, e que tem uma história de lutas junto ao setor da saúde”, destacou Mariani. Para além de todas as características pessoais que encantam Mariani, há outra importante na relação política. Carmen é de Lages, representa a região da Serra e deve puxar votos de eleitores de Raimundo Colombo para a aliança encabeçada pelo MDB. | Foto: Divulgação
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“Hoje a pena de morte é inadmissível, por mais grave que seja o delito do condenado. Implica um tratamento cruel, desumano e degradante. Deve ser recusada por causa da seletividade defeituosa do sistema penal e da possibilidade de erro judicial. Por muito grave que possa ter sido o delito cometido, a pena de morte é inadmissível, porque atenta contra a inviolabilidade e dignidade da pessoa.”
Trecho da manifestação do Papa Francisco, em Carta aos Bispos a respeito da nova redação do nº 2267 do Catecismo da Igreja Católica sobre a pena de morte, divulgada ontem.
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Não caiu no esquecimento Mensagem enviada à presidência da Assembleia Legislativa pelos parlamentares petistas Luciane Carminatti e Dirceu Dresch, pede informações detalhadas sobre a possibilidade de ressarcimento de gastos médicos de deputados pelo Poder. Também enviaram Requerimento aos presidentes do Tribunal de Justiça, do Tribunal de Contas e do Ministério Público questionando se há benefício semelhante para seus membros. Em ano eleitoral, um tema que dá caldo.

Brabo! Não é a primeira vez que isso acontece. E não é a primeira vez que a reação é exatamente a mesma. Incomodado com o que chamou “política velha onde o ódio substitui o bom senso”, o ex-governador Raimundo Colombo, pré-candidato ao Senado pelo PSD, ficou aborrecido com a volta às páginas dos jornais da informação de envolvimento em caso de corrupção. “É uma matéria velha que está sendo requentada e faz parte da política nojenta de um denuncismo covarde.”

Caso arquivado Ele frisou que o Ministério Público Federal já arquivou a denúncia relativa a acusações feitas pela Odebrecht e que o Ministério Público Estadual fez o mesmo em relação a acusações feitas contra ele pela JBS. De acordo com nota distribuída por sua assessoria de imprensa, Colombo está certo de que o resultado final na Justiça Eleitoral também será pelo reconhecimento de sua inocência.

Reuniões O governador Eduardo Moreira retomou ontem suas atividades. Como governador e como emedebista. Passou boa parte da manhã em conversa com o ex-governador Paulo Afonso Vieira.  O resultado, só o sábado dirá, na convenção do partido.

Moções para SC O Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC) encerra com a aprovação de 34 moções, sendo cinco para Santa Catarina: criação do Parque Nacional do Campo dos Padres (região de Urubici); criação dos Refúgios de Vida Silvestre do Rio Pelotas (região de Aparados da Serra e Campos de Cima da Serra) e do Rio da Prata (região do Alto Vale do Itajaí); integridade e aprovação imediata do Plano de Manejo do Parque Nacional de São Joaquim; e criação de Mosaico de Unidades de Conservação costeiras e marinhas no entorno da Ilha de Santa Catarina. As moções serão encaminhadas para os órgão responsáveis. Durante os três dias de evento mais de 1.200 pessoas participaram das discussão em torno do tema: “Futuros Possíveis: Economia e Natureza”.