Por: SC Portais | 01/10/2018
No próximo domingo acontece o primeiro turno das eleições para presidente da República, dois senadores, governador, deputados federais e estaduais. Apesar do clima quente nas redes sociais, onde grassam ataques entre grupos e as prejudiciais fake news, o penúltimo debate em emissora de televisão entre os candidatos ao governo de Santa Catarina, ocorrido na tarde de sábado (29), foi mais um confronto morno. Poucos foram os momentos de maior tensão que, numa escala de 0 a 10, chegou no máximo a um nível 6. Os líderes nas pesquisas, Gelson Lima (PSD) e Mauro Mariani (MDB), evitaram fazer perguntas um para o outro. Décio Lima (PT), em terceiro lugar nas intenções de votos, teve o mesmo comportamento, fazendo uma espécie de parceria com Leonel Camasão (PSOL), justificada por ambos como “resultado das regras do debate”. Comandante Moisés (PSL) reafirmou várias vezes ser o candidato de Jair Bolsonaro no estado, fixando que votar nele é votar no candidato à presidência do partido e vice-versa, uma tentativa de evitar perda de eleitores com a recente manifestação de voto de Merisio em Bolsonaro. Jessé Pereira (Patriota), com baixíssimo índice nas pesquisas, deu seu recado como pôde – falou das dificuldades financeiras (fez a campanha com R$ 1,8 mil) e sequer chegou a visitar outras regiões de Santa Catarina – e elevou o tom em alguns momentos, provocando os “cachorros grandes” da disputa. Este foi o resumo do clima nos estúdios da RIC TV Record, realizadora do debate. Quanto às propostas, os seis candidatos prometeram o óbvio: saúde, educação, segurança, melhoria de infraestrutura e de mobilidade, proteção à mulher. Mas, em todos os temas e para todos os candidatos, independentemente da sigla ou da ideologia partidária, só há uma forma de se chegar aos objetivos propostos: cortar gastos e reduzir o peso da máquina pública estadual sobre a receita.
 

Que vengan los hermanos

Foto: Sabryna Sartott

Santa Catarina marcou presença na Feira Internacional de Turismo da América Latina (FIT), em Buenos Aires, Argentina, que começou no sábado (29 de setembro) e termina amanhã (2). O governador Eduardo Pinho Moreira acompanhado, do Ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, e do presidente da Santur, Valdir Walendowsky, participou da abertura oficial  do evento. De acordo com dados da Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte (SOL), na última temporada de verão, Santa Catarina recebeu mais de 1,2 milhão de turistas argentinos. A expectativa de Moreira é que, diante do difícil cenário econômico argentino, o turista que iria para mais longe acabe escolhendo Santa Catarina, mantendo assim o volume de visitantes. A preocupação se justifica: os hermanos representam 18% do total de turistas na temporada e o setor já representa 13% do PIB estadual. Qualquer oscilação para baixo impacta a entrada de receita nos meses de verão.


Nos bastidores do debate da RIC TV Record, um time de peso. O senador Dário Berger (MDB) acompanhou o candidato de seu partido, Mauro Mariani; já Merisio teve na retaguarda a prefeita de São José, Adeliana Dal Pont, e o advogado Carlos Guilherme Zigelli. Décio Lima levou seu candidato ao Senado, Lédio Rosa, com anos de experiência no Judiciário catarinense. Entre todos, a certeza de que seus candidatos estavam muito bem preparados para o debate. E para governar Santa Catarina.

A mesma unanimidade
entre os que estavam nos bastidores do debate foi sobre a eleição para presidente do país. Todos afirmaram que o quadro é de indefinição absoluta sobre quem vai morar no Palácio da Alvorada a partir de janeiro de 2019.

Mais eleições
,  só que agora na Ordem dos Advogads do Brasil (OAB-SC). O advogado Rafael Horn lançou sua pré-candidatura à presidência da entidade nas eleições que acontecem no final de novembro, podendo envolver perto de 36 mil advogados ativos. O ato foi em um restaurante tradicional de Florianópolis, que não comportou os mais de mil participantes. Na oportunidade foi conhecido também o nome da pré-candidata à presidência da Caixa de Assistência dos Advogados, a advogada Claudia Prudêncio. Ambos têm o apoio do atual presidente, Paulo Marcondes Brincas.