Por: SC Portais

O Índice de Confiança do Empresário Industrial Catarinense (ICEI) medido pela Federação das Indústrias (Fiesc) apresentou, em janeiro, 68,2 pontos, um resultado menor do que no primeiro mês de 2018 (68,5 pontos), mas em elevação, se comparado com dezembro de 2019. Os dados são da pesquisa da Observatório Fiesc, divulgada na quinta-feira (23). A melhora foi influenciada pela percepção das condições atuais da economia e das expectativas futuras. Conforme o relatório, valores acima de 50 pontos indicam perspectiva otimista e abaixo de 50, pessimista. Dos componentes do ICEI de Santa Catarina, o indicador de condições atuais cresceu 2,1 pontos, totalizando 63,2 pontos. O indicador de expectativas também apresentou melhoria, com o aumento de 2,6 pontos, passando de 68,1 pontos para 70,7 pontos. Isso indica uma retomada nas perspectivas positivas em relação a economia catarinense. No Brasil, a CNI destacou que o índice se encontra em seu patamar mais elevado desde junho de 2010 e supera até mesmo o valor registrado em janeiro de 2019, ponto mais alto do otimismo no último período pós-eleitoral, em 0,6 ponto. Para o presidente da Fiesc há uma sensação real que a indústria está crescendo e de que o cenário é positivo. “Os empresários estão confiantes, acreditando que revertemos a curva do decréscimo. A própria imprensa está divulgando dados mais positivos da economia, porque está sentindo a evolução.” Aguiar acredita que o crescimento do PIB em 2020 seja da ordem de 2% a 2,5%. “Como Santa Catarina tem crescido acima dessa média, é quase certo que atingirá crescimento de 3%.”

 

Segurança das Barragens

O deputado estadual Fabiano da Luz (PT), coordenador da Frente Parlamentar das Barragens na Alesc, está preocupado com a inexistência de uma legislação que garanta segurança e prevenção para o estado. Santa Catarina possui 177 barragens, principalmente para geração de energia elétrica (UHEs, PCHs, CGHs), mas também de rejeitos de minério, contenção e captação de água. Destas, 42 deveriam ser melhor fiscalizadas e nove apresentam algum potencial de risco. “Em caso de uma tragédia, não se tem o cálculo da área que pode ser atingida e nem orientações para a população.” Ele ressalta que Minas Gerais endureceu as leis de instalação depois das catástrofes em Mariana e Brumadinho e os investidores estão buscando estados onde as regras são mais brandas. “Um dos principais objetivos da Frente, este ano, é a criação da lei que norteará a Política de Segurança das Barragens de Santa Catarina”, disse.

 

“Dia a comemorar. Entrou em vigor a Lei 13.964/2019, resultado da conversão do projeto anticrime do Gov do PR @jairbolsonaro e do projeto do Min. Alexandre de Moraes. Nem tudo foi aprovado pelo Congresso, mas há avanços importantes: …”

Comentário no Twitter do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, sobre a Lei 13.964/2019, conhecida como pacote anticrime, que entrou em vigor na quinta-feira (23).

 

Preço do gás  Para o presidente da SCGás, William Anderson Lehmkuhl, o gás natural de Santa Catarina é o mais barato do País e para reduzi-lo é preciso mexer nos 85% que compõe o custos, como de aquisição e transporte do insumo e não nos 15% que cabem à companhia. O dirigente está alinhado com o governo Federal, que defende o aumento da concorrência para dar um “choque” nas tarifas e com o grupo de trabalho criado pelo governo do Estado esta semana.

Alternativas Para William Lehmkuhl, da SCGás, para atingir este objetivo é preciso desenvolver o mercado, buscar novos supridores e viabilizar novas alternativas, como o novo terminal de GNL, na Baía da Babitonga.

Desburocratizar O deputado estadual Bruno Souza (NOVO) aguarda o fim do recesso da Alesc, no dia 3 de fevereiro, para protocolar projeto de lei para desburocratizar o trabalho de 287 atividades econômicas de baixo impacto, como corretores de imóveis, papelarias, cabeleireiros e manicures. O objetivo é dispensá-los de atos públicos de liberação como licença, autorização, concessão, inscrição, permissão, alvará, cadastro, entre outros.

Coronavírus O Ministério da Saúde descartou nesta quinta-feira (23) a suspeita de casos de coronavírus em cinco unidades da federação. As notificações à rede Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) feitas pelas Secretarias de Saúde do Distrito Federal, Minas Gerais, Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul não se enquadram nos critérios estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS).