Por: SC Portais

Os municípios catarinenses terão o período de 1º de abril a 31 de maio para informar a Fundação Catarinense de Cultura (FCC) sobre construções, paisagens ou referências históricas e culturais existentes em seus territórios. O objetivo é inventariar o patrimônio histórico e cultural de Santa Catarina, parte do Projeto Horizontes do Patrimônio Pioneiro Catarinense (horizontesdopatrimoniocatarinense@fcc.sc.gov.br), pelo qual será criado um banco de dados. Além disso, a intenção é promover o tombamento de construções civis que atendam os requisitos legais. Podem ser apontados para a formação do banco de dados construções civis (unidade/ conjunto de arquitetura residencial; meios de hospedagem; edificações de administração pública; edificação industrial ou ligada a algum ciclo econômico ou atividade produtiva; equipamentos de infraestrutura urbana; e equipamentos de infraestrutura comunitária), lugares de sociabilidade (espaços públicos, praças, jardins, largos, ruas, etc.), paisagens (pastagens, bordas d´água, matas, etc.) e referência espacial  (pontos específicos de referência: pedras, montanhas, curva de um rio, etc.). O presidente da Fundação, Rodolfo Pinto da Luz, adiantou que as informações devem ser organizadas também em publicações. “A ideia deste projeto é dar continuidade a outros inventários já realizados pela FCC, buscando compreender o que, de fato, as comunidades catarinenses entendem como sendo o ‘seu patrimônio’, o que realmente as toca e mobiliza. A preservação do patrimônio cultural precisa ser um pacto social, por isso a iniciativa deste inventário colaborativo”, completa a diretora de Preservação do Patrimônio Cultural da FCC, Vanessa Maria Pereira.

Bem na fita

O tucanato catarinense está em alta no Congresso Nacional. O senador Paulo Bauer (PSDB-SC) é líder da bancada tucana no Senado Federal desde o final de 2016 e antes já ocupava a posição de vice-líder. Está na linha de frente de 13 senadores do PSDB. Ontem, a deputada federal catarinense Geovania de Sá foi nomeada vice-líder da bancada tucana na Câmara dos Deputados, formada por 46 parlamentares. O curioso é que os dois estão cumprindo seus primeiros mandatos nas casas legislativas. Geovania, na foto com o líder, deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), acredita que a nomeação indica que está no caminho certo. “É o reconhecimento de um trabalho desenvolvido com seriedade e dedicação em prol da sociedade brasileira. Sou grata ao partido pela confiança”, disse, declarando-se “ainda mais motivada”.

Falando nisso…

Bauer (PSDB) faz roteiro nesta sexta-feira no Norte do estado. Começa o dia em Araquari, na 30ª edição do Café com Autoridades, na Associação Empresarial da cidade, onde falará sobre investimentos na região. Depois vai a Joinville para uma reunião da Executiva Municipal do partido e sobe para São Bento do Sul. Lá vai à Câmara dos Vereadores, visita o Hospital e Maternidade Sagrada Família e fecha o dia reunido com os tucanos locais. Pré-candidato ao governo, mantém ritmo acelerado de atividades.

Ainda o tucanato

Leonel Pavan conseguiu a reunião que vinha pleiteando junto à Executiva do PSDB-SC. Está marcada para a tarde da próxima segunda-feira (26). Da pauta inicial constam: calendário extraordinário de convenções municipais a serem realizadas entre os dias 23 a 29 de abril de 2018; avaliação de eventuais conversas realizadas com representantes de outros partidos; fixação de critérios e/ou escolha dos candidatos (governador, vice, senadores e respectivos suplentes, deputados federais e estaduais). Mas o item que mais deve interessar Pavan é último – “Outros assuntos de interesse partidário”.

Pegou mal

A desembargadora Marília Castro Neves, do Rio de Janeiro, expôs seu preconceito ao questionar o que um professor com Síndrome de Down poderia ensinar. O fato provocou o repúdio dos mais de 500 participantes do VI Seminário e V Jornada de Atualização Sobre Síndrome de Down. Um dos responsáveis pelos eventos, realizados na Assembleia Legislativa para marcar o Dia Estadual e o Dia Internacional da Síndrome de Down, o deputado José Milton Scheffer (PP) propôs o envio de uma Moção ao Conselho Nacional de Justiça e a corregedoria do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, subscrita pelos participantes, denunciando o preconceito expresso pela desembargadora.